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Assessoria de Imprensa - Profissionais e empresas Brasil Noruega

MORAR NOS EUA: PROCEDIMENTOS

Últimos meses para conseguir morar nos EUA com investimento de US$ 500 mil; depois de 30 de setembro, valor exigido será de US$ 800 mil
Regras do Programa EB-5 mudam, com a previsão de projetos de maior risco comercial, taxas e restrições geográficas para o investidor 

O brasileiro que pensa em mudar em breve para os EUA tem algumas maneiras de obter o tão sonhado green card. Entre as mais fáceis, estão os vistos concedidos para o executivo transferido pela empresa em que trabalha (visto L1), cumpridas certas exigências, e para quem tem cidadania de algum dos países contemplados no Tratado de Comércio com os Estados Unidos (E2). Neste caso, embora a brasileira esteja fora, haveria essa possibilidade para aqueles que obtivessem a cidadania de seus antecedentes, desde que oriundos de países integrantes do tratado.  

Para quem não se enquadra nessas categorias, uma das formas mais simples e rápidas para conseguir a permissão de residência permanente é o Programa EB-5, que prevê a concessão da autorização em cerca de 18 meses para aquele que fizer um aporte financeiro em projetos pré-aprovados pelo governo norte-americano, ou para o desenvolvimento da própria empresa nos Estados Unidos, com demonstração da origem lícita dos fundos – extensível a cônjuge e filhos solteiros menores de 21 anos. É o que explica o brasileiro Daniel Ickowicz, sócio-diretor da Elite International Realty, consultoria imobiliária sediada em Miami. 

A novidade é que os requisitos previstos no programa sofrerão significativas alterações daqui a aproximadamente quatro meses – as condições atuais valem apenas até 30 de setembro.
A principal mudança é a elevação do valor de investimento de US$ 500 mil para US$ 800 mil. Com o dólar no atual patamar, próximo aos R$ 4, isso significa passar de aproximadamente R$ 2 milhões para R$ 3,2 milhões.
Outra alteração significativa diz respeito à possibilidade de o investidor, depois de cinco anos, não receber de volta o dinheiro investido. Isso ocorre quando o projeto em que investiu não sai do papel ou se vem a falir. Segundo Ickowicz, há várias formas de evitar que isso ocorra - é imperativo adotar certos cuidados na escolha de projetos, como checar o envolvimento de autoridades municipais em seu financiamento, por exemplo. Mas, depois de 30 de setembro, quatro mil vistos, entre os dez mil disponíveis, serão designados para projetos mais arriscados e comercialmente menos viáveis. 
Além disso, haverá maior restrição geográfica para a implementação de Centros Regionais e ainda a criação de novas taxas e regulamentos que poderão dificultar sua operação.

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